Comitê organizador dá ultimato para subida da tocha ao Everest
Das agências internacionais
Em Qomolangma (CHN)
Após dez dias de espera, o grupo de 36 alpinistas, que levará a tocha olímpica ao Monte Everest, definiu que esta quinta-feira será a última tentativa de escalar a montanha com o símbolo olímpico.
"O comando central deu a ordem que a última tentativa será amanhã (quinta-feira)", anunciou Shao Shiwei, diretor do departamento de comunicação do comitê organizador dos Jogos (BOCOG), em entrevista coletiva.
A medida foi tomada após ser confirmada a reforma no acampamento-base posicionado a 7.790m acima do nível do mar. No momento, a maioria do grupo está em uma base a pouco mais de 6.500m de altura. Depois disso, os alpinistas passarão pelos acampamentos a 7.028m, 7.790m e 8.300m acima do nível do mar, antes de fazer o ataque final ao topo do Everest.
"Todos os participantes estão em boa condição física, as rotas estão determinadas e nós esperamos ter sucesso nesta última tentativa de chegar ao topo", definiu Shiwei, que disse que o evento ainda será transmitido ao vivo pela televisão estatal chinesa.
Nesta manhã, o porta-voz do grupo de alpinistas, Zhang Zhijian, havia evitado fazer previsões sobre o ataque ao topo da montanha. A expectativa é que a delegação demore de quatro a cinco dias para atingir o cume do Everest.
Para levar a tocha ao Everest, a organização "dividiu a chama" em duas partes, sendo que a outra permanece percorrendo a China. Nesta quarta-feira, o revezamento passou pela cidade de Guangzhou.
O grupo de alpinistas conta com 36 participantes, sendo 24 nascidos no Tibete e três são mulheres. A inclusão do Monte Everest no percurso olímpico foi uma das razões que acirrou a discussão política entre os defensores da libertação do Tibete e o governo chinês. Os manifestantes pró-Tibete vêem o ato como uma forma de a China demonstrar sua superioridade sobre o território.
A discussão causou muitos transtornos desde o início do ano, levou a um confronto que matou dezenas de pessoas e aumentou os protestos a favor do Tibete durante a passagem da tocha olímpica por várias cidades do mundo. Os maiores problemas foram registrados em Londres e Paris.
fonte: UOL http://olimpiadas.uol.com.br/ultimas/2008/05/07/ult5584u1506.jhtm
Das agências internacionais
Em Qomolangma (CHN)
Após dez dias de espera, o grupo de 36 alpinistas, que levará a tocha olímpica ao Monte Everest, definiu que esta quinta-feira será a última tentativa de escalar a montanha com o símbolo olímpico.
"O comando central deu a ordem que a última tentativa será amanhã (quinta-feira)", anunciou Shao Shiwei, diretor do departamento de comunicação do comitê organizador dos Jogos (BOCOG), em entrevista coletiva.
A medida foi tomada após ser confirmada a reforma no acampamento-base posicionado a 7.790m acima do nível do mar. No momento, a maioria do grupo está em uma base a pouco mais de 6.500m de altura. Depois disso, os alpinistas passarão pelos acampamentos a 7.028m, 7.790m e 8.300m acima do nível do mar, antes de fazer o ataque final ao topo do Everest.
"Todos os participantes estão em boa condição física, as rotas estão determinadas e nós esperamos ter sucesso nesta última tentativa de chegar ao topo", definiu Shiwei, que disse que o evento ainda será transmitido ao vivo pela televisão estatal chinesa.
Nesta manhã, o porta-voz do grupo de alpinistas, Zhang Zhijian, havia evitado fazer previsões sobre o ataque ao topo da montanha. A expectativa é que a delegação demore de quatro a cinco dias para atingir o cume do Everest.
Para levar a tocha ao Everest, a organização "dividiu a chama" em duas partes, sendo que a outra permanece percorrendo a China. Nesta quarta-feira, o revezamento passou pela cidade de Guangzhou.
O grupo de alpinistas conta com 36 participantes, sendo 24 nascidos no Tibete e três são mulheres. A inclusão do Monte Everest no percurso olímpico foi uma das razões que acirrou a discussão política entre os defensores da libertação do Tibete e o governo chinês. Os manifestantes pró-Tibete vêem o ato como uma forma de a China demonstrar sua superioridade sobre o território.
A discussão causou muitos transtornos desde o início do ano, levou a um confronto que matou dezenas de pessoas e aumentou os protestos a favor do Tibete durante a passagem da tocha olímpica por várias cidades do mundo. Os maiores problemas foram registrados em Londres e Paris.
fonte: UOL http://olimpiadas.uol.com.br/ultimas/2008/05/07/ult5584u1506.jhtm
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