"VOZ TIBETANA CALADA NO SEMINÁRIO GLOBAL PARA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL"
Em 3 de setembro de 2002, a Polícia Sul- Africana prendeu tibetanos e ativistas do Greenpeace por uma hora e meia por fazer vigília silenciosa enquanto o Primeiro-ministro chinês, Zhu Rongji, estava dirigindo a sessão do plenário do World Summit on Sustainable Development (WSSD). A vigília foi feita fora do Centro de Conferências Sandton, o fórum do segmento governamental do encontro do WSSD. Os cartazes diziam: "Não veja o Tibet, não ouça o Tibet, não fale do Tibet: o WSSD cala a voz tibetana".
A vigília tibetana recebeu mais atenção da mídia quando cerca de 25 policiais sul-africanos forçosamente empurraram e cercaram a Delegação Tibetana e os ativistas do Greenpeace. Nessa hora, o Senador Bob Brown da Austrália estava se encontrando com os membros da delegação tibetana. Todos os manifestantes foram soltos mas nenhuma explicação foi dada pelo Departamento de Polícia Sul- Africano.
Ao Tibetan Centre for Human Rights and Democracy, o Centro de Justiça Tibetana e à Campanha Internacional pelo Tibet foi negado crédito para o Summit quando a República Popular da China usou um movimento de procedimento chamado "não-ação" durante os PrepComs II,III e IV do Summit ocorridos em Nova York e Bali, na Indonésia.
Enquanto as autoridades chinesas bloquearam as ONGs tibetanas do processo do WSSD, Beijing trouxe mais de 40 ONGs patrocinadas pelo governo para apoiar sua propaganda no Summit de Johannesburgo. A vigília se dirigia a essa hipocrisia e falta de sinceridade dos estados membros que foram ao Summit. "Nos sentimos politicamente discriminados. Infelizmente a maioria dos países membros do G77 tiveram um papel importante em calar as organizações tibetanas nesse Summit.", disse a Sra. Norzin Dolma do Tibetan Centre for Human Rights and Democracy.
Como a atual onda de conferências mundiais das Nações Unidas começou em 1992, as autoridades chinesas sempre tentaram bloquear a participação de ONGs tibetanas para assegurar que a questão do Tibet não seja ouvida.
Fonte: Jornal Human Rights – Outubro 2002.
Em 3 de setembro de 2002, a Polícia Sul- Africana prendeu tibetanos e ativistas do Greenpeace por uma hora e meia por fazer vigília silenciosa enquanto o Primeiro-ministro chinês, Zhu Rongji, estava dirigindo a sessão do plenário do World Summit on Sustainable Development (WSSD). A vigília foi feita fora do Centro de Conferências Sandton, o fórum do segmento governamental do encontro do WSSD. Os cartazes diziam: "Não veja o Tibet, não ouça o Tibet, não fale do Tibet: o WSSD cala a voz tibetana".
A vigília tibetana recebeu mais atenção da mídia quando cerca de 25 policiais sul-africanos forçosamente empurraram e cercaram a Delegação Tibetana e os ativistas do Greenpeace. Nessa hora, o Senador Bob Brown da Austrália estava se encontrando com os membros da delegação tibetana. Todos os manifestantes foram soltos mas nenhuma explicação foi dada pelo Departamento de Polícia Sul- Africano.
Ao Tibetan Centre for Human Rights and Democracy, o Centro de Justiça Tibetana e à Campanha Internacional pelo Tibet foi negado crédito para o Summit quando a República Popular da China usou um movimento de procedimento chamado "não-ação" durante os PrepComs II,III e IV do Summit ocorridos em Nova York e Bali, na Indonésia.
Enquanto as autoridades chinesas bloquearam as ONGs tibetanas do processo do WSSD, Beijing trouxe mais de 40 ONGs patrocinadas pelo governo para apoiar sua propaganda no Summit de Johannesburgo. A vigília se dirigia a essa hipocrisia e falta de sinceridade dos estados membros que foram ao Summit. "Nos sentimos politicamente discriminados. Infelizmente a maioria dos países membros do G77 tiveram um papel importante em calar as organizações tibetanas nesse Summit.", disse a Sra. Norzin Dolma do Tibetan Centre for Human Rights and Democracy.
Como a atual onda de conferências mundiais das Nações Unidas começou em 1992, as autoridades chinesas sempre tentaram bloquear a participação de ONGs tibetanas para assegurar que a questão do Tibet não seja ouvida.
Fonte: Jornal Human Rights – Outubro 2002.