CRÉDITO À TCHRD REJEITADO
Em 31 de maio de 2002, o Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD) foi negado crédito ao World Summit on Sustainable Development (WSSD) no quarto Encontro Prep-com em Bali, Indonésia.
A China outra vez usou uma ação de não-movimento para bloquear a discussão sobre crédito. Noventa países votaram a favor da ação de não- movimento da China, trinta e sete países contra e dez países em abstinência. Curiosamente, cerca de cinqüenta países estavam ausentes na hora da votação. Paquistão e Cuba falaram em favor do movimento de não-ação da China, enquanto Estados Unidos e Espanha (por meio da União Européia) defenderam o Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD).
A objeção da China à aplicação do TCHRD foi esboçada numa carta endereçada ao General de Secretaria Kofi Annan datada de 14 de maio de 2002. Os Representantes Permanentes das Nações Unidas alegaram nesta carta que membros do TCHRD eram ‘separatistas’ e que "nós apoiamos e valorizamos... a participação das ONGs que fizeram contribuições positivas e concretas em cooperações próximas com a China."
Sob as regras do ECOSOC, as ONGs tiveram um direito de resposta a objeções de crédito. Em 23 de maio de 2002, o Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD) enviou uma carta ao Secretário Geral Kofi Annan em resposta às alegações da China . A carta foi mandada ao Coordenador de Programa de Maiores Grupos do Secretariado do WSSD com um pedido de adiantá-las aos membros do Prep.Com. Entretanto aparece nos lançamentos da imprensa pelas Nações Unidas datado de 31 de maio de 2002 que, o Comitê preparatório considerou a carta da China, não considerou a carta do TCHRD.
Uma afirmação conjunta foi editada por várias ONGs atendendo ao Comitê Preparatório de Bali apoiado pelo crédito do Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD). A afirmação dizia : "A objeção da China à participação do TCHRD não é baseada em méritos mas é muito mais um reflexo da animosidade política contra uma organização de direitos humanos. Exclusão de outra ONG qualificada na base de política iria denegrir o espírito e o objetivo do World Summit." Entre os signatários desta afirmação estavam o Greenpeace (internacional e África do Sul), Earth Justice (EUA), Centre for International Environment Law (Washington DC), ONGs no Indonesian Peoples Forum; International Insitute for Sustainable Future Association of World Citizens; e o Earth Island Institute.
A China já utilizou ações de não-movimento para bloquear crédito ao WSSD para outras duas ONGs , o International Campaign for Tibet e o Tibet Justice Centre.
Tsering Lhadon, diretor executivo do Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD), disse: "Tudo que estamos pedindo é o direito de participar numa conferência. A China está tão desesperada para deter qualquer discussão crítica no Tibet na arena internacional que inclina-se a meios de procedimento para evitar debates. Apoiar um movimento de não-ação vai contra os princípios básicos da democracia e liberdade de expressão."
"O Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD) gostaria de agradecer a todos esses países que votaram a favor de nosso crédito. Estamos também encorajados a cuidar para que muitas ONGs internacionais também dêem seu apoio", Tsering Lhadon acrescentou.
O Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD) é uma ONG independente sobre os direitos humanos sediada em Dharamsala, Índia. Informações obtidas de entrevistas de primeira mão de refugiados tibetanos são traduzidas para o inglês e disseminadas através de relatórios. O TCHRD também publica a Declaração Universal dos Direitos Humanos e outras convenções das Nações Unidas em tibetano.
Em 31 de maio de 2002, o Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD) foi negado crédito ao World Summit on Sustainable Development (WSSD) no quarto Encontro Prep-com em Bali, Indonésia.
A China outra vez usou uma ação de não-movimento para bloquear a discussão sobre crédito. Noventa países votaram a favor da ação de não- movimento da China, trinta e sete países contra e dez países em abstinência. Curiosamente, cerca de cinqüenta países estavam ausentes na hora da votação. Paquistão e Cuba falaram em favor do movimento de não-ação da China, enquanto Estados Unidos e Espanha (por meio da União Européia) defenderam o Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD).
A objeção da China à aplicação do TCHRD foi esboçada numa carta endereçada ao General de Secretaria Kofi Annan datada de 14 de maio de 2002. Os Representantes Permanentes das Nações Unidas alegaram nesta carta que membros do TCHRD eram ‘separatistas’ e que "nós apoiamos e valorizamos... a participação das ONGs que fizeram contribuições positivas e concretas em cooperações próximas com a China."
Sob as regras do ECOSOC, as ONGs tiveram um direito de resposta a objeções de crédito. Em 23 de maio de 2002, o Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD) enviou uma carta ao Secretário Geral Kofi Annan em resposta às alegações da China . A carta foi mandada ao Coordenador de Programa de Maiores Grupos do Secretariado do WSSD com um pedido de adiantá-las aos membros do Prep.Com. Entretanto aparece nos lançamentos da imprensa pelas Nações Unidas datado de 31 de maio de 2002 que, o Comitê preparatório considerou a carta da China, não considerou a carta do TCHRD.
Uma afirmação conjunta foi editada por várias ONGs atendendo ao Comitê Preparatório de Bali apoiado pelo crédito do Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD). A afirmação dizia : "A objeção da China à participação do TCHRD não é baseada em méritos mas é muito mais um reflexo da animosidade política contra uma organização de direitos humanos. Exclusão de outra ONG qualificada na base de política iria denegrir o espírito e o objetivo do World Summit." Entre os signatários desta afirmação estavam o Greenpeace (internacional e África do Sul), Earth Justice (EUA), Centre for International Environment Law (Washington DC), ONGs no Indonesian Peoples Forum; International Insitute for Sustainable Future Association of World Citizens; e o Earth Island Institute.
A China já utilizou ações de não-movimento para bloquear crédito ao WSSD para outras duas ONGs , o International Campaign for Tibet e o Tibet Justice Centre.
Tsering Lhadon, diretor executivo do Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD), disse: "Tudo que estamos pedindo é o direito de participar numa conferência. A China está tão desesperada para deter qualquer discussão crítica no Tibet na arena internacional que inclina-se a meios de procedimento para evitar debates. Apoiar um movimento de não-ação vai contra os princípios básicos da democracia e liberdade de expressão."
"O Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD) gostaria de agradecer a todos esses países que votaram a favor de nosso crédito. Estamos também encorajados a cuidar para que muitas ONGs internacionais também dêem seu apoio", Tsering Lhadon acrescentou.
O Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia (TCHRD) é uma ONG independente sobre os direitos humanos sediada em Dharamsala, Índia. Informações obtidas de entrevistas de primeira mão de refugiados tibetanos são traduzidas para o inglês e disseminadas através de relatórios. O TCHRD também publica a Declaração Universal dos Direitos Humanos e outras convenções das Nações Unidas em tibetano.
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